terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Novidades 2013, a partir desta segunda dia 18 de fevereiro




   Confiram:



A nossa primeira web série, "NEED FOR SPEED - NECESSIDADE DE VELOCIDADE". Adrenalina, ação, e muita corrida. Estréia dia 12 de março, todas ás terças e quintas.



A novela de grande sucesso entrará em sua reta final para a tristeza dos fãs. Ainda tem muita coisa para acontecer, muita confusão e claro muito romance. A novela teen terminará no dia 8 de março, enquanto isso curtam as emoções. De segunda a sexta.


Curiosidades do Brasil e do mundo. Notícias que parecem bizarras mais que existem, uma cultura desconhecida. Neste quadro você fica sabendo dessas curiosidades. Todas ás terças e quintas.



Videos que estão bombando na internet, seja ele engraçado ou até mesmo curioso. Será de segunda a sábado.


Mensagem do dia, este quadro não é tão novidade assim, quando retornamos a atualiza o blog, estávamos postando, porém depois deixamos de postar. Mais agora estamos de volta com tudo. Nada como começar o dia com uma mensagem que nós faz bem. Será todos os dias.



Dicas para se ter uma vida saudável. Mais não é só isso, novidades na medicina e seus avanços, dica de alimentação saudável e muito mais. Todas ás segundas e quartas.




Roteiros de viagem, paisagens exuberantes e muito mais para você fazer uma viagem tranquila. Toda sexta-feira.




         Mais uma web-novela está sendo escrita, dois países que se juntaram em uma grande história. Está prevista para estrear em abril. Em breve.





A primeira web-minissérie do blog, a história fala de um jovem chamado Hamlet. Seu pai morre, e seu tio toma posse e se casa com sua mãe. Mas o espírito do seu pai nada satisfeito contará para o filho que seu tio o assassinou, e o jovem se revolta e quer se vingar. A história é do escritor Willian Shakespeare, foi adaptada para uma leitura mais leve, mais a história é a mesma. Este grande autor merece. Estréia dia 5 de março.
                                                         

Deputado quer aprovar até a Copa projeto de lei que regulariza a prostituição no Brasil


Em um prostíbulo, mulheres adultas são forçadas a prestar favores sexuais e a conviver com menores exploradas. O dinheiro fica para o cafetão e, se alguém denunciar, corre risco de morte. Embora criminosa, esta cena não é tão excepcional quanto parece --ela faz parte do cotidiano de muitas cidades brasileiras.
No Brasil, prostituição não é crime, é uma profissão legalizada. Ilegais são as casas de prostituição, o que dá margem aos mais diversos tipos de abusos e corrupção.

Prostituição é vista como trabalho temporário

Foto 4 de 6 - Invariavelmente o trabalho é visto como temporário pelas próprias garotas de programaMais Leonardo Soares/UOL
De olho no aumento da exploração sexual durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou um projeto de lei na Câmara dos Deputados para regularizar a profissão das prostitutas. Ele quer que a proposta seja aprovada até 2014, para evitar a proliferação de casos como o divulgado no último dia 10, quando uma jovem conseguiu fugir de uma casaonde era explorada sexualmente e mantida em cativeiro, em São Paulo.

ADOLESCENTE FOGE DE CASA DE PROSTITUIÇÃO EM SÃO PAULO

Não é a primeira vez que uma iniciativa como a de Wyllys é levada a cabo no Brasil. O ex-deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) já havia protocolado um projeto semelhante durante seu mandato (1995-2011), mas o texto foi arquivado após ele deixar a Câmara. Agora, o diálogo com as prostitutas voltou a ganhar força, com a expectativa gerada por estes dois grandes eventos esportivos.
Em entrevista ao UOL, Jean Wyllys explicou a necessidade de um projeto como este, enfatizando sempre a urgência da regularização das casas onde são prestados serviços sexuais e a diferença entre prostituição e exploração sexual.
UOL - Por que um projeto de lei que regulamente o trabalho das prostitutas?
Jean Wyllys - Há uma demanda pelo serviço sexual das prostitutas e dos prostitutos, pois a prostituição não é só feminina. Essas pessoas existem, elas são sujeitos de direitos. As prostitutas se organizaram em um movimento político nos anos 70 e início dos anos 80, um movimento que no Brasil foi encabeçado principalmente pela Gabriela Leite, fundadora da grife Daspu e presidente da ONG Da Vida. O projeto é um esforço de atender à reivindicação deste movimento. Tais reivindicações estão em absoluto acordo com a minha defesa pelas liberdades individuais, pela defesa dos direitos humanos de minorias, ou seja, não é uma pauta alienígena ao meu mandato, ao que eu defendo, como os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, a descriminalização das drogas e os direitos dos LGBTs. Já houve uma tentativa de atender à demanda deste movimento antes [com o ex-deputado Gabeira], e eu retomei. Então temos uma segunda tentativa agora, com um projeto mais bem-elaborado e construído em parceria com o movimento social. Antes de eu protocolar esse projeto, ele foi submetido a várias reuniões com lideranças do movimento das prostitutas e com feministas. Foi um projeto amplamente discutido.
UOL - Em que pé está a tramitação do projeto na Câmara?
Wyllys
 - O projeto está agora na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, onde será relatado pela deputada Érika Kokay (PT-DF), que é favorável a ele. Em seguida, vai para a Comissão de Seguridade Social e Família e, depois, para plenário. Mas esse projeto tem um objetivo maior, que é garantir dignidade às profissionais do sexo, reconhecer seus direitos trabalhistas. Atualmente, elas não contam com dignidade, são exploradas por redes de tráfico humano, por cafetões e por proxenetas. Por que isso acontece? Porque a prostituição não é crime no Brasil, mas as casas de prostituição são. E são poucas as prostitutas que trabalham de maneira absolutamente autônoma, sem precisar de um entorno e de relações. Então, a maioria delas acaba caindo em casas que operam no vácuo da legalidade. O projeto quer acabar com isso. Garantir, portanto, direitos trabalhistas e uma prestação de serviço em um ambiente absolutamente seguro. Outro objetivo do projeto é o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. Um erro muito cometido pela imprensa, um erro comum, é falar em prostituição infantil. Não existe prostituição infantil. A prostituição é uma atividade exercida por uma pessoa adulta e capaz. Se uma criança faz sexo em troca de dinheiro, em troca de objetos, seja lá o que for, esta criança está sendo abusada sexualmente, e exploração sexual é crime. Atualmente, muitas crianças são exploradas em casas de prostituição, justamente porque essas casas são ilegais, elas não têm fiscalização. Quando a polícia consegue investigar uma casa, o policial acaba recebendo propina. E as prostitutas adultas não podem sequer denunciar. Se denunciarem, o proxeneta mata. É uma situação que não pode continuar. O que pode resolver este estado de coisas é um projeto que regulamente a atividade das prostitutas e torne legais as casas de prostituição.
UOL - Então o projeto está focado na legalização das casas?
Wyllys - 
Exatamente, porque a prostituição não é crime no Brasil. A prostituição é estigmatizada e marginalizada, mas não é crime o que a prostituta faz, ela não é uma criminosa. O que é crime, segundo o Código Penal, é a casa de prostituição. Só que, ao fazer da casa de prostituição um crime, a prostituta é taxada como criminosa, porque nenhuma prostituta é autônoma a ponto de trabalhar sozinha. E, embora a casa de prostituição seja crime, eu, você, toda a imprensa e a polícia sabe que há casas de prostituição funcionando. Se estão funcionando no vácuo da legalidade, alguém está permitindo que funcionem assim, alguém está recebendo propina para não denunciá-las. Temos aí o crime da corrupção policial como um crime decorrente da ilegalidade das casas. Então, é melhor para todo mundo que as casas operem na legalidade, que o Estado possa recolher impostos, fiscalizá-las, levar políticas públicas de saúde da mulher e, sobretudo, proteger as crianças e adolescentes.
UOL - O projeto de lei contempla apenas prostitutas mulheres acima dos 18 anos ou outras formas de prostituição, como a masculina e a de travestis?
Wyllys - 
Todas as pessoas adultas e capazes, incluindo as mulheres transexuais, as travestis e os garotos de programa. Então, a ideia é para todos, é um projeto que vai se aperfeiçoar na medida em que ele for sendo relatado, porque a cada relatoria novas questões vão sendo incorporadas. Num primeiro momento, eu ouvi muito mais as mulheres, é verdade, porque esse movimento está organizado desde o final dos anos 70. Os garotos de programa não se mobilizaram em um movimento político, eles existem como um coletivo disperso.
UOL - Há um prazo para o projeto ir a plenário?
Wyllys - 
Não, não há um prazo, porque tem a tramitação nas comissões. Eu vou colocar todas as minhas relações na Câmara para fazer o projeto tramitar, e é claro que eu vou contar com aliados, porque haverá uma bancada que provavelmente vai se opor ao projeto, e vai se opor por puro moralismo. A oposição que eu vou ter é esta, é uma oposição moral. Mas eu vou concentrar todos os meus esforços para fazer o projeto tramitar o mais rápido possível, antes da Copa do Mundo. Talvez converse com as lideranças da bancada do PT, que são prováveis aliados, com bancadas de esquerda e com a bancada feminina, que é uma bancada controversa, porque não há um consenso nesta bancada sobre a prostituição.
UOL - Quais as principais barreiras para a aprovação do projeto no Congresso?
Wyllys - 
Essa bancada moralista, a bancada conservadora que reúne evangélicos fundamentalistas, católicos fundamentalistas e conservadores laicos, que não são católicos nem evangélicos, mas são conservadores, hipócritas, moralistas.
UOL - E as principais barreiras na sociedade na luta pelos direitos das profissionais do sexo?
Wyllys - 
Eu não sei dizer, não vou falar em nome de toda a sociedade, detesto essa generalidade. A sociedade é muito diversa para eu falar em nome dela. O que posso dizer é que, desde que protocolei esse projeto, tenho recebido reações de apoio que me surpreendem, que vêm de pessoas que eu nem esperava que fossem apoiar. E, ao mesmo tempo, claro que apareceram vozes dizendo que o deputado Jean Wyllys quer incentivar a prostituição. É um discurso rasteiro. Eu não quero incentivar a prostituição, as prostitutas existem, elas estão aí prestando serviço, e, se há um serviço, há demanda. A sociedade que estigmatiza e marginaliza a prostituta é a mesma sociedade que recorre a ela. Eu não estou inventando este estado de coisas. Na narrativa mais antiga produzida pela humanidade, a prostituição já é citada. Não é à toa que dizem que é a profissão mais antiga do mundo. Eu quero dar dignidade a estas profissionais, sobretudo o proletariado. Pois aquela prostituta de classe média alta que divide um apartamento no Rio ou nos Jardins de São Paulo talvez seja menos vulnerável que o proletariado da prostituição, que depende das casas e de exploradores sexuais. Eu quero proteger os direitos delas, garantir a dignidade e combater a exploração sexual de crianças e adolescentes. Qualquer pessoa de bom senso entende isso e se coloca a favor do projeto. Quem tem se colocado contra é quem quer deturpar deliberadamente o projeto ou pessoas muito moralistas, que acham que a prostituição é um mal em si. E aí não adianta você argumentar que é uma questão de liberdade individual, que uma pessoa adulta pode escolher ser prostituta. Se as pessoas não compreendem isso, vão achar sempre que a prostituição é uma desgraça.

Minas realiza primeira edição do "Miss Prostituta"

Foto 18 de 19 - A campeã foi Giovana da Silva, ou simplesmente "Mara". De Vila Velha, no Espírito Santo, a moça era só alegria. "Agora, vai ser diferente a minha vida. Vou ser mais conhecida pelas pessoas" Mais Rayder Bragon/UOL
UOL - Que situação o senhor visualiza no Brasil durante a Copa e as Olimpíadas?
Wyllys - 
Eu acho que vai haver um aumento da demanda por serviços sexuais, porque haverá muito mais turistas. As pessoas vão prestar esses serviços, então que elas prestem os serviços dentro de regras mínimas, que proteja tanto um quanto outro. Quantos turistas não são levados por redes de exploradores de prostitutas, em que elas servem de laranja para um crime? É para proteger ambos os lados, não só o lado de quem oferta o serviço, mas também de quem demanda.
UOL - O senhor conversa com prostitutas sobre as perspectivas para esses dois eventos esportivos?
Wyllys - 
Sim, claro. Como eu disse, esse projeto foi construído com elas. Estive com prostitutas no Pará, na Bahia, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais. E por meio de redes sociais. É uma demanda das prostitutas, que encontraram no meu mandato o diálogo que elas tinham antes com o Gabeira. Eu sou o único deputado hoje que pode abrir o mandato para essa demanda. Os deputados têm medo dessa pauta, têm medo de serem estigmatizados por essa pauta, de serem difamados e de perder as eleições. Eu não tenho medo de perder as eleições, não nasci deputado, sou professor universitário e jornalista. Se eu não conseguir me reeleger na próxima eleição, tenho meu trabalho, minha profissão. Então, eu não vou temer defender uma minoria. As prostitutas têm uma perspectiva em relação à Copa do Mundo e às Olimpíadas de que a exploração vai aumentar, elas vão ser expostas a uma violência ainda maior, a integridade das crianças e adolescentes vai estar ainda mais ameaçada.
UOL - Como o senhor avalia o surgimento de movimentos neofeministas como o ucraniano Femen, que realiza protestos na Europa contra a prostituição?
Wyllys - 
Existem feminismos no plural, e não feminismo. Eu não vou falar do Femen, porque não conheço essas meninas, para além de elas colocarem o peito na rua. Mas eu conheço o feminismo de longa data, eu me considero feminista e tenho muitas amigas feministas. Há um feminismo de viés esquerdista e socialista que é abolicionista, ou seja, quer abolir a prostituição, porque considera a prostituição um subproduto do regime capitalista. Esse discurso é equivocado, na medida em que antes do capitalismo já existia a prostituição. De mais a mais, todos somos mercadoria numa sociedade capitalista, todos nós vendemos a nossa força de trabalho, utilizamos o nosso corpo para empreender e executar esse trabalho. Não é por conta disso que a gente vai negar a uma categoria os direitos trabalhistas. O outro equívoco desse feminismo socialista é que ele advoga pela autonomia da mulher sobre o seu corpo, e aí quer tutelar o corpo da mulher dizendo que ela não tem o direito de prestar um serviço sexual com o seu corpo. Que história é essa? Então você faz um discurso de que quer libertar a mulher e de que a mulher é dona de seu corpo, que não se pode tutelar o corpo da mulher, para tutelar o corpo da mulher? Ora. Tanto é que na França há um embate entre a ministra dos Direitos das Mulheres [Najat Vallaud-Belkacem, que é feminista abolicionista] e o movimento das prostitutas, que dizem "nós escolhemos ser prostitutas, não somos vítimas. A gente só quer trabalhar com dignidade e garantir os nossos direitos". Ou seja, a mulher tem que ter autonomia sobre o seu corpo, inclusive para se prostituir, se ela quiser. E há ainda um terceiro ponto no discurso dessas feministas, que as coloca ao lado da Igreja. Se estas feministas lutam pelo direito ao aborto, como elas podem dar mão à igreja contra o direito à prostituição? Não lhe parece um paradoxo, que elas defendam o direito ao aborto e neguem à mulher o direito a se prostituir? Isso é moralismo e um policiamento da sexualidade feminina.

Em breve, a web-novela estrá de volta normalmente.


          Edição Especial, está sendo feita para normalizar o cronograma da web-teen. A partir desta semana tudo voltará ao normal. Não perca!!!!

No inverno europeu, águas termais de Karlovy Vary, na República Tcheca, oferecem diversão


Há 140 km da capital Praga, Karlovy Vary é famosa por suas águas medicinais desde a Idade Média. Atrás deste poder curativo hospedaram-se ali Goethe, Beethoven, Gogol, Wagner, Marx, Freud, Strauss, entre outros nomes célebres. A fama desse balneário da República Tcheca circula o mundo desde o século 14, e hoje em dia atrai ainda milhares de turistas para seus spas, fontes, tratamentos para doenças ou quem busca apenas um bom lugar para relaxar e se distrair.

Situada em uma região montanhosa perto da fronteira com a Alemanha, Karlovy Vary significa “águas quentes de Carlos”, uma alusão à temperatura do rio Tepla, que cruza o local, e ao Rei Carlos IV, que fundou a cidade por volta de 1370.

Karlovy Vary, na República Tcheca

Foto 11 de 20 - Vista geral de Karlovy Vary, na República Tcheca Divulgação/ Czech Tourism

Com pouco mais de 55 mil habitantes, o local é um reduto tranquilo e acolhedor, exceto no período em que é sede do Festival Internacional de Cinema, em julho, quando o burburinho toma conta com as estrelas de filmes lotando os luxuosos hotéis que dão uma indicação do esplendor da cidade quando estava em seu auge.

Muitas películas, aliás, foram também filmadas lá. A mais famosa foi “Cassino Royale”, com James Bond circulando pelo magnífico Grande Hotel Pupp.

Apesar de ser bastante antiga e com muita história, a cidade foi quase totalmente devastada por um incêndio em 1604, do qual restaram poucas construções. Por esse motivo, a maior parte dos imóveis são novos, ainda que apresentem traços arquitetônicos barrocos e art nouveau, pois foram reconstruídos de forma que seguissem a linha original.

Fontes
  • Marina Gomes/UOL
    Gêiser em Karlovy Vary, na República Tcheca, jorra água a uma altura de quase 15 metros
Mas a grande atração mesmo são as águas. E é possível aproveitá-las de todos os modos. Elas estão disponíveis nos balneários municipais e nos particulares dos hotéis, nos tratamentos nos spas e nas 12 fontes dispersas pela cidade, pra matar a sede. Cada fonte tem uma característica e é indicada para um tratamento específico, geralmente ligado ao sistema digestivo ou desordens metabólicas. A composição delas é similar, mas diferem na temperatura e na quantidade de dióxido de carbono.

Em geral, a temperatura média fica em torno de 40ºC. No maior e mais famoso gêiser da cidade, chamado Vridlo, a água jorra de uma profundidade de mais de 3000m e alcança uma altura de quase 15 metros, com a água a mais de 70ºC.

Próximo às fontes sempre há uma variedade de lojinhas para compras de lembranças e é quase impossível sair sem levar a xícara própria para beber a água quente e salgada da fonte, uma espécie de caneca de onde sai um canudo de cerâmica.

Há também uma bebida feita a base de ervas conhecida por ser a “13ª fonte curativa”. O licor produzido na região desde 1807 chama-se Becherovka e foi criado pelo químico Josef Becher. Sua composição exata não é revelada, mas toda a fabricação pode ser vista no museu Jan Becher, que explica as origens da bebida.

Passeios
A cidade é pequena e fácil de ser conhecida a pé. Entre os pontos turísticos estão o antigo mercado central e as colunatas, onde antigamente realizavam-se feiras, concertos e encontros. A colunata mais importante e grandiosa é a Mill Colonnade, construída entre 1871 e 1881. Lá, 124 imponentes colunas dão suporte e servem de passeio para cinco fontes termais.

Outros pontos de destaque são a igreja de Santa Maria Madalena, de 1737, e a igreja ortodoxa de São Pedro e São Paulo, de 1898, inspirada em uma igreja de Moscou, com traços bastante peculiares. Também não deixe de ver o Teatro Municipal. Do mirante Diana, no ponto mais alto da localidade, por onde se chega de teleférico, uma bela vista espera pelo visitante.

Souvenir
  • Marina Gomes/UOL
    Goethe foi uma das personalidades a procurar as propriedades medicinais das águas termais da cidade
Como não poderia ser diferente, um dos principais produtos de Karlovy Vary é água mineral engarrafada, distribuída para todo o país. Esqueça o que aprendeu sobre a água ser insípida, incolor e inodora. Em geral, elas são bem salgadas para o paladar brasileiro, mas nem por isso são menos gostosas. Além disso, é uma constante adicionar todo tipo de sabor ao líquido.

Mas não é só isso. Se a República Tcheca (a região da Bohemia, na verdade) é reconhecidamente um dos melhores lugares para se adquirir objetos de vidro e cristal, parte dessa fama se deve a região. Em Karlovy Vary é possível visitar a bastante famosa fábrica Moser e comprar peças de decoração nesses materiais a preços realmente atraentes. O museu, além de ter a exposição de uma infinidade de peças, conta a história de mais de 150 anos da fabricação dos finos materiais.

Porcelanas, cosméticos terapêuticos e a bolacha típica, vendida em barraquinhas na rua (uma espécie de waffle redondo finíssimo com os mais variados recheios) são outras pedidas perfeitas para quem quer conhecer a cidade.

Reajuste da gasolina deve ser anunciado na próxima semana, diz jornal


O preço da gasolina deve sofrer aumento já na próxima semana, diz reportagem de 'O Estado de São Paulo' desta terça-feira (15). Sem citar fontes, a notícia diz que o preço do combustível deve subir 7% e o do óleo diesel entre 4% e 5%, o que seria o primeiro aumento nos postos em quase dez anos.

Para conseguir reajustar o preço e evitar uma piora nos índices de inflação, o governo estuda algumas medidas como aumentar a quantidade de etanol na gasolina. O novo percentual, de 25% deve ser anunciado junto com o reajuste, diz o jornal, mas só entrará em vigor no auge da colheita de cana-de-açúcar, ao fim do primeiro semestre do ano.O 'Estado de São Paulo' ressalta que a decisão sobre o reajuste já está tomada no Ministério da Fazenda, com o aval do Palácio do Planalto. Porém, para ter validade, precisa da concordância do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que deve decidir o aumento e as medidas econômicas para amenizar o repasse ao consumidor na próxima semana.
Além de diminuir o impacto do reajuste, a medida ainda alivia a necessidade de importação de gasolina, um dos maiores responsáveis pelo déficit na balança comercial brasileira no início de 2013, diz a reportagem.

Governo diz desconhecer aumento

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, que ocupa interinamente o lugar de Guido Mantega no Ministério da Fazenda, afirmou desconhecer qualquer decisão sobre aumento nos preços da gasolina. "Desconheço qualquer decisão do governo sobre esse assunto".

Petrobras espera por reajuste

Com uma grande carga de investimentos condicionada ao reajuste, o aumento nos preços da gasolina é desejável para a Petrobras (PETR3; PETR4), que planeja investir entre R$ 85 bilhões e R$ 90 bilhões em 2013.
Em 2012, ainda antes do reajuste de 7,8% nas refinarias, Graça Foster havia afirmado que o preço do combustível estava defasado em 15%. Esse aumento não chegou ao consumidor, uma vez que o governo zerou o Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), principal tributo cobrado do setor. Desta vez, os postos verão o aumento, que deve ser aliviado com a redução de outros tributos, como PIS/Cofins, diz a notícia.

Os carros mais econômicos de 2013 segundo o Inmetro

Foto 3 de 39 - Nissan March 1.0 sem ar -- Nota A: 8,9/10,4 km/l na cidade; 12,6/15,0 km/l na estrada (etanol/gasolina)

Nova lista do Programa de Etiquetagem Veicular lista o consumo de 106 modelos 2013 (por versões, são mais de 200) de 25 fabricantes voluntárias (Audi, Changan, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Haima, Honda, Hyundai, JAC, Jeep, Kia, Lexus, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Rely, Renault, Smart, SsangYong, Suzuki, Toyota, Volkswagen e Volvo). As notas variam de A (mais eficiente) até E (menos eficiente) e devem ser exibidas nas janelas do carro nas lojas Mais Divulgação